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06/09/2012

Poesias Arcadistas

JOSÉ INÁCIO 
Nome Árcade: Eureste Fenício
Poesia Lírico-Amorosa : "Obras Poéticas",coletânea de poesias reunidas por amigos e publicadas em Paris , sob o patronato de D. Pedro II. Destacam-se os poemas Bárbara Heliodora e Estela e Nize . Muito de sua obra perdeu-se quando o Governo confiscou-lhe os bens em consequência da Inconfidência Mineira.
MANUEL INÁCIO 
Nome Árcade: Alcindo Palmireno
Poema Heroico-Cômico: "O Desertor das Letras", publicado em Coimbra, sob o patrocínio do Marques de Pombal. O poema enaltece as reformas universitárias pombalinas.
Poesia Lírico-Amorosa : "Glaura", coletânea de poemas madrigalescos, sua obra mais conhecida. Publicada em Lisboa no ano de 1779 e dedicado a sua musa-pastora.
JOSÉ 
Nome Árcade: Termindo Sipílio
Poema Épico: "O Uraguai" ; a obra mais importante de Basílio, narra a luta dos índios de Sete Povos da Missão  instigados pelos jesuítas, contra as tropas portuguesas auxiliadas pelos espanhóis. O trecho mais conhecido é o que descreve a morte de Lindoia, a índia que se deixa picar por uma serpente, como prova de fidelidade e amor ao índio Cacambo, assassinado pelos inimigos.
No aspecto formal, Basílio quebra a estrutura camoniana compondo a obra em versos decassílabos brancos, sem rima, não é dividido em estrofes e consta de apenas cinco cantos. Mas apresenta à divisão tradicional das epopeias: proposição, invocação, dedicatória, narrativa e epílogo, embora inicie o poema pela narração.
CLÁUDIO MANUEL
Nome Árcade: Glauceste Satúrnio
Poema Épico: "Vila Rica" , o poema narra, desde a fundação, a história de Vila Rica, atual Ouro Preto e exalta os bandeirantes.
Poesia : "Obras Poéticas" , considerada como a primeira obra árcade brasileira. Compõem-se de sonetos perfeitos na forma e na linguagem, porém, sem profundidade em relação ao conteúdo.
TOMÁS ANTÔNIO GONZAGA
Nome Árcade: Dirceu
Poemas Satíricos: "Cartas Chilenas", obra composta em versos decassílabos brancos com a estrutura de uma carta, que circularam em Vila-Rica pouco antes da Inconfidência Mineira (1789). Satiriza, ferozmente, os desmandos e a arbitrariedade do Governador de Minas Gerais até pouco antes da Inconfidência.
Poesia Lírico-Amorosa: "Marília de Dirceu", publicada em três partes nos anos de 1792, 1799 e 1812. Coletânea de liras inspiradas em seu romance com Maria Dorotéia. Apresenta-se dividida em duas partes: a primeira escrita quando ainda em liberdade, e a segunda durante os sofrimentos do cárcere.

Caio, Robert, Matheus C.

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